Ao rir, tossir, correr ou saltar. Muitas mulheres aprendem a gerir isto sozinhas durante anos. Na QiUman, temos uma abordagem específica para devolver o controlo — sem cirurgia, sem medicação na maioria dos casos.
Escapes ao rir, tossir, espirrar, correr ou fazer exercício. Acontece quando a pressão abdominal é maior do que o suporte que o pavimento pélvico consegue oferecer. É o tipo mais frequente nas mulheres.
Vontade súbita e intensa de urinar, por vezes seguida de escape antes de chegar à casa de banho. Está associada a uma bexiga hiperativa. Tem tratamento específico com reeducação vesical.
Combinação dos dois tipos anteriores — o mais comum. A abordagem terapêutica adapta-se a qual dos componentes é predominante.
Cirurgias pélvicas e a queda de estrogénio na menopausa podem comprometer o suporte da bexiga. A fisioterapia pélvica atua em ambos os contextos.
Percebemos o tipo de incontinência, as causas prováveis e o impacto no seu dia a dia antes de qualquer tratamento.
Exercícios específicos para o pavimento pélvico, com biofeedback quando necessário, para garantir que o trabalho é feito corretamente.
Estratégias práticas para o dia a dia — horários de ida à casa de banho, gestão da urgência e redução de comportamentos que agravam o problema.
Monitorização da evolução e ajuste do plano ao longo das sessões, até atingir os seus objetivos.
Depende. Os exercícios de Kegel são eficazes quando feitos corretamente — o problema é que a maioria das mulheres não os faz bem sem orientação. Além disso, em alguns casos a causa da incontinência é excesso de tensão muscular, e os Kegels podem piorar o problema. Uma avaliação é sempre o ponto de partida certo.
A maioria das mulheres começa a notar melhoria entre 4 a 8 semanas de tratamento regular. O número total de sessões varia, mas um plano médio tem entre 8 e 12 sessões, com trabalho também em casa.
Sim. A duração do problema não determina o potencial de melhoria. Mesmo em situações de anos de evolução, a fisioterapia pélvica consegue resultados significativos na maioria dos casos.
Em muitos casos, sim. As guidelines internacionais de saúde recomendam a fisioterapia pélvica como tratamento de primeira linha para a incontinência urinária de esforço, antes de considerar qualquer intervenção cirúrgica. A cirurgia é considerada quando a fisioterapia não é suficiente, e isso acontece numa minoria de casos.
A primeira consulta começa por ouvir. Sem pressa, sem julgamento.